31
Dez 09


21
Dez 09

O jornal The Guardian publicou recentemente um artigo sobre os jogos preferidos das celebridades e uma das personalidades inquiridas foi Joanne Harris. Mais uma vez, a autora de Chocolate deu respostas no mínimo supreendentes...

Costumava jogar máquinas todos os dias até me acabarem as moedas de 10 pence. Quando estava no 12.º ano eu e o meu namorado da altura (que é agora meu marido) jogávamos um contra o outro. Ele ainda é capaz de dizer que era melhor do que eu, mas eu acho que eu é que era a melhor. Jogávamos jogos Arcade como o Space Invaders e o Missile Command. Eu ainda os jogos ocasionalmente em sites dedicados a jogos antigos que encontro na Internet.

Eu acho que ficaria viciada no Guitar Hero – quase sucumbi à tentação de comprar um. Mas, hoje em dia, os gráficos são tão bons que fizeram com que eu perdesse o interesse – são demasiado reais mas não são reais o suficiente. Prefiro ir jogar paintball ou Laser Quest com a minha filha numa segunda-feira à noite – gosto de sentir que estou a matar pessoas reais. O que poderá ser melhor do que matar adolescentes?

publicado por Rita Mello às 17:16

30
Nov 09

Sejam vocês próprios. Não tenham demasiado orgulho para seguir os conselhos de outras pessoas – mas também não tenham medo de os ignorar. Acima de tudo, desfrutem do que fazem.

publicado por Rita Mello às 09:49

23
Nov 09

Não durmo muito bem. E suspeito que não sou muito boa a relaxar. Gosto de ler; vejo filmes (especialmente westerns, ficção científica de baixo orçamento e filmes de acção japoneses); ouço música; cozinho; faço jardinagem; gosto de teatro e ballet, apesar de raramente sair à noite. Em vez disso, passo o meu tempo livre a ler histórias à minha filha, a ver o canal UK Gold e a beber demasiado vinho tinto. Sou uma compradora compulsiva de sapatos e tomo banhos ridiculamente longos. Gosto de estar sozinha na maior parte do tempo. Acho o barulho stressante. Evito telefones. Sento-me no fundo do meu jardim a ouvir o barulho das árvores.

publicado por Rita Mello às 15:14

10
Nov 09

 

 


04
Nov 09

Muito bem, hoje em dia, apesar de no início ter havido uma certa relutância em publicarem os meus livros lá. Acho que inicialmente houve alguma desconfiança devido ao facto de ter um nome inglês, quando era suposto eu escrever sobre o país deles. A minha primeira proposta, de uma grande editora francesa, tinha como condição eu escrever sob um nom-de-plume francês; recusei e acabei por escolher uma editora mais pequena, a Table Ronde, que lida principalmente com obras académicas. Estou bastante contente por ser publicada lá; pelo menos, agora, a parte da minha família que não fala inglês pode ler os meus livros!

publicado por Rita Mello às 16:52

22
Out 09

Como é sabido, os fãs da Joanne Harris estão por todo o mundo, hoje deixo uma pequena sugestão: o blogue Mendiants & Magie, per chi ama i libri di Joanne Harris (para quem ama os livros da Joanne Harris).


15
Out 09

Gostei muito do filme. Não era exactamente como a minha história – foi simplificada e adocicada para agradar a um público cinematográfico – e nem sempre concordei com todas as alterações feitas, mas gostei na mesma dele. Estava maravilhada com o elenco – sempre imaginei a Juliette Binoche no papel principal – e o Lasse Hallström é um realizador espectacular. O filme tinha a aparência certa – com cenários encantadores e uma fotografia maravilhosa, e a música era perfeita. Apesar de tudo, continuo a achar que foi um erro trocar o meu padre por um presidente de câmara; tenho a consciência de que estavam preocupados com o facto de que os católicos pudessem ficar ofendidos, mas quando o filme estreou o livro já tinha ganho tanta popularidade que muitos leitores ficaram surpreendidos e desapontados com esta alteração tão radical. Pessoalmente, estava menos preocupada. A minha intenção nunca foi a de realçar o papel de Reynaud enquanto padre ou denegrir o catolicismo, e penso que a maioria dos leitores percebeu isso. Reynaud é apenas um homem que usa a ideologia para manter o controlo sobre as pessoas, que distorce o catolicismo para impor a sua agenda, e isso está muito bem retratado no filme. Para além disso, a criação da personagem do père Henri, o jovem padre (interpretado por Hugh O’Connor), foi um compromisso muito bom e forneceu um grande potencial cómico. Gostei da comédia em Chocolate – o livro também não era suposto ser 100% sério – apesar de me ter apercebido de que muitas das subtilezas e momentos sombrios na história se terem perdido. Receio, no entanto, que esta seja a natureza do cinema. Penso que temos de encarar os filmes tal como eles são e julgá-los de acordo com isso, em vez de esperar que apresentem uma interpretação completamente fiel e aprofundada do livro que lhes deu origem. Como tal, acho que o resultado de Chocolate foi muito bom e estou encantada por ter feito parte disso.

 

 

publicado por Rita Mello às 15:17

14
Set 09

Já houve dois e, de momento, não há nenhum plano para escrever um terceiro. Um dia, posso escrever sobre a Anouk quando ela já for mais crescida.

publicado por Rita Mello às 15:54

04
Set 09

Às vezes; a minha filha Anouchka já fez algumas aparições nos meus livros, bem como diversos membros da minha família – e até mesmo antigos colegas! No entanto, na maior parte das vezes, não tento fazer um retrato fiel; uso pequeno detalhes e maneirismos em que tenha reparado, mas não me sinto à vontade para descrever pessoas reais detalhadamente.

publicado por Rita Mello às 11:48

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