30
Set 10

publicado por Rita Mello às 10:46

29
Set 10

Para lerem a entrevista de Joanne Harris, autora de O Rapaz de Olhos Azuis, ao Diário de Notícias, no dia 20 de Setembro, basta clicar na imagem.

publicado por Rita Mello às 11:43

28
Set 10

Podem ler o artigo da revista Olhar, do Jornal da Madeira, sobre Joanne Harris e O Rapaz de Olhos Azuis aqui.

publicado por Rita Mello às 09:51

27
Set 10

 

 

 

 

publicado por Rita Mello às 09:46

24
Set 10

Para lerem o artigo do Jornal da Madeira sobre o lançamento na Madeira de O Rapaz de Olhos Azuis, de Joanne Harris, basta clicar na imagem.

publicado por Rita Mello às 14:16

23
Set 10

 

Quando a minha mãe morreu, deixou a quinta ao meu irmão Cassis, a fortuna da adega à minha irmã Reine-Claude, e a mim, a filha mais nova, deixou-me o álbum. Uma distribuição de riqueza um pouco desigual.

E, como o Cassis dizia sempre, eu era a preferida.


Framboise regressa à pequena cidade onde nasceu, na província francesa, e abre um restaurante que rapidamente se torna famoso, graças às receitas de um velho álbum que pertencera à sua mãe. Essa espécie de diário contém igualmente uns estranhos apontamentos cuja decifração lançará uma nova luz sobre os acontecimentos dramáticos que marcaram a sua infância nos dias já longínquos da ocupação nazi.

A Framboise restam as recordações dos sabores e sentimentos da sua infância numa França marcada pela dor e pela penúria da guerra, mas também a memória do episódio que marcou a vida da família e constituiu, para ela, a perda definitiva da inocência. Agora, sem que se faça anunciar, a hora de enfrentar a terrível verdade chegou.

Entre passado e presente, a história de Framboise impregna as páginas com os aromas, as cores e sabores da vida no campo e, tal como as receitas que lhe couberam em herança, traz-nos à memória a liberdade e audácia da infância.

Um livro para ser saboreado.

publicado por Rita Mello às 11:58

 

 

Regressei depois de uma ausência de dez anos, num dia quente de fins de Agosto, na véspera das primeiras marés perigosas de Verão. Dez anos, quase metade da minha vida, desvaneciam-se com um simples movimento, como palavras escritas na areia.

 

Após a morte da mãe, a jovem Mado decide abandonar Paris e regressar à sua ilha natal. Porém, a pequena comunidade está em risco e os seus habitantes parecem ter perdido a esperança. O regresso ao passado não é fácil. A ilha, constantemente varrida por um vento inclemente, encerra mistérios e contradições inacessíveis a uma forasteira. Mas, estranhamente, este clima de suspeição não afecta Flynn, um recém-chegado que é alvo da afeição e da confiança de todos, até do austero pai de Mado.

Face a uma comunidade fechada, supersticiosa e apostada em manter acesos ódios ancestrais, ela decide desafiar a sorte e as marés e consegue vencer o orgulho e as crenças da comunidade. Juntos, vão tentar mudar o futuro da ilha e o seu próprio destino. Para Mado, esta vai ser uma incursão no amor e o (re)encontro com os valores familiares e comunitários.

Mas… poderá um castelo de areia sobreviver às marés?

Inspirado na ilha onde Joanne Harris passava as suas férias de infância, A Praia Roubada transporta-nos de imediato para a nossa própria infância. Uma viagem emocional pelos prazeres, paisagens e aromas da vida à beira-mar.

publicado por Rita Mello às 11:55

 

 

Nunca devia escrever depois de escurecer. À noite, as palavras tornam-se falsas, perturbantes. Porém, é à noite que as palavras adquirem maior poder. Xerazade escolheu a noite para tecer as suas mil e uma histórias.

Xerazade conhecia o poder das palavras.

 

Effie tem nove anos e uma beleza pura e etérea. Henry é um pintor vitoriano cujo passado esconde um segredo medonho. O encontro entre ambos vai ter efeitos devastadores. Obcecado em pintar raparigas jovens e “inocentes”, Henry fica deslumbrado. Oriunda de uma família pobre, ela aceita de imediato trabalhar como sua modelo. Eles acabarão por casar dez anos depois, e é precisamente nesse momento que a sua relação se deteriora. As emoções contraditórias que a beleza feminina provoca em Henry levam-no a isolar Effie, que se sente cada vez mais só e revoltada. Mas o conforto e a segurança que ela busca terão uma inesperada origem: Fanny Miller, a dona de um bordel, que revê na doce Effie a filha assassinada. Juntas tentam desvendar o sombrio segredo de Henry e esboçar um sinistro plano para o desmascarar. Mas o uso da magia acarreta sempre o perigo do oculto…

Inspirada pelas cartas do Tarot, Joanne Harris cruza quatro elementos - magia negra, paixão, mistério e morte – e envolve-nos num jogo inquietante do qual só poderá sair um vencedor.

publicado por Rita Mello às 11:53

 

 Recordo esse momento com espantosa nitidez. Um fragmento de puro júbilo, como um estilhaço de sonho intocado pela lógica ou pela realidade.

Nesse momento, acreditei que íamos viver para sempre.


Em St Oswald – um selecto colégio do Norte de Inglaterra – um novo ano escolar acabou de começar, mas para os seus professores e alunos sopram ventos de mudança. St Oswald é uma das instituições mais reputadas e tradicionais do país, os seus alunos são oriundos de famílias privilegiadas e os seus futuros são promissores. Mas, por detrás das aventuras juvenis, das pequenas rivalidades e crises quotidianas típicas das escolas, agita-se algo terrivelmente sombrio. Um rancor, secretamente alimentado durante treze anos, está prestes a eclodir. Nos corredores anteriormente vibrantes de energia, ecoa agora um pulsar ameaçador. O que começou como apenas uma série de partidas rapidamente assume contornos cruéis. Alguém conseguirá distinguir o momento em que a linha que separa a inocência da perversão se dilui e, assim, travar a escalada de violência?

Inspirado na experiência de Joanne Harris enquanto professora, Xeque ao Rei é simultaneamente enternecedor e intimidante. Uma poderosa reflexão sobre uma verdade fundamental: nada nem ninguém é apenas aquilo que parece…

publicado por Rita Mello às 11:50

22
Set 10

 

 

 

Para lerem a entrevista de Joanne Harris, autora de O Rapaz de Olhos Azuis, à Notícias Magazine, no dia 12 de Setembro, basta clicar em cada uma das imagens.

publicado por Rita Mello às 17:19

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