10
Abr 13

O site Clube da Leitura (www.clubedaleitura.com), em parceria com a Livraria LeYa na Buchholz, está a organizar mais um encontro para conversar sobre um livro. Desta vez o livro é O Aroma das Especiarias, de Joanne Harris.
O site Clube da Leitura é o primeiro site social português sobre livros e criação de comunidades de leituras. Desde 2010 promove, através das novas tecnologias, a possibilidade dos interessados na leitura criarem o seu grupo de leitura, para entre amigos conversarem sobre os livros.
E é isso que no dia 30 de abril, terça-feira, iremos fazer! Conversar entre amigos sobre o livro da autora bestseller Joanne Harris, O Aroma das Especiarias. Junte-se a nós!
Para comparecer por favor confirme a sua presença no Facebook aqui
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publicado por Rita Mello às 17:30

08
Abr 13

publicado por Rita Mello às 17:34

12
Mar 13

publicado por Rita Mello às 11:41

11
Mar 13

 

 

Ela é a Eleita da Profecia.

Dela depende o destino do Mundo.


Maddy Smith nasceu com uma marca que ditou o seu destino. A runa inscrita na sua pele é um símbolo dos Antigos Deuses, uma marca mágica. E perigosa.

Na pequena aldeia onde vive todos a receiam e excluem. Mas Maddy não renega a sua sorte. Pelo contrário, ela adora magia. Mesmo que isso a condene à solidão.

Quinhentos anos passaram desde Ragnarók – o flagelo que marcou o Fim dos Tempos –, e a Nova Ordem impôs regras que ditam o aniquilamento do Caos, da Magia, dos Sonhos e da Imaginação.

À medida que os seus feitiços ficam cada vez mais fortes, Maddy sabe que será apenas uma questão de tempo até os Examinadores da Ordem a identificarem e perseguirem. E tempo é algo que o Mundo não tem… agora que a ameaça de destruição é cada vez mais real.

Isolada, Maddy pode apenas contar com o ancião seu mentor, que lhe dá a conhecer as lendas nórdicas, com os seus deuses e criaturas maravilhosas. Invisível para a maioria das pessoas, este Mundo Subterrâneo encerra a chave do seu passado. Dela depende o destino do Mundo, mais uma vez…

Uma viagem ao coração das lendas nórdicas.

Uma porta aberta para um mundo fantástico repleto de magia.

publicado por Rita Mello às 11:54

28
Fev 13

publicado por Rita Mello às 16:44

23
Nov 12

O Kevin comprou-me esta escultura do Capuchinho Vermelho e do Lobo Mau num abraço carinhoso no Natal passado. Eu adoro-a, ela tem cabelo preto e uma repa e parece-se muito comigo quando eu era pequena.


Adoro este par de sapatos vermelhos de veludo. Foram feitos para mim pela LK Bennett para celebrar o lançamento do meu livro Sapatos de Rebuçado, a continuação de Chocolate.

 

Esta urna é do cenário de Chocolate. A Vianne (interpretada pela Juliette Binoche) guardou as cinzas da mãe nela e guardou-a como lembrança. O filme não seguiu exatamente a história que escrevi, mas era maravilhoso e tinha o seu próprio charme.


O meu pai fez este pisa-papéis quando era adolescente e trabalhava na vidraria Readfearn em Barnsley. Ele estava tremendamente orgulhoso dele, apesar de ser um bocado instável.


Esta estatueta da Virgem e do Menino Jesus pertencia à minha bisavó. É um dos poucos objetos que tenho dela. Eu lembro-me bem dela e a Vianne de Chocolate foi baseada um pouco nela.


Esta Polaroid anda sempre comigo. É de uma sessão de fotografia que eu e a Anoushka fizemos quando ela tinha catorze anos com o fotógrafo Terry O’Neill para a Marie Claire.


A minha chávena de chá preferida foi um presente da Anoushka, ela comprou-a durante uma viagem escolar a Gales. As chávenas de chá são muito importantes: os escritores vivem de chá.


Este foi o meu primeiro baixo. Eu apaixonei-me por um baterista – o Kevin – quando tinha dezasseis anos. Aprendi a tocar sozinha de forma a poder entrar na banda dele. Devo ter feito alguma coisa direita!


Nós costumamos apanhar pedras para recordações. A Anoushka encontrou esta quando tinha nove anos numa praia em Noirmoutier, uma ilha ao largo da costa oeste de França onde o meu avô tinha uma casa.

publicado por Rita Mello às 10:12

18
Out 12

publicado por Rita Mello às 14:06

09
Out 12

Como foi regressar a Lansquenet?

Tal como Vianne, também eu estive relutante em regressar. Tal como Vianne, eu estava dividida entre o meu desejo de explorar novos lugares e o sentimento de que tinha deixado algo de importante para trás. No final, foi surpreendentemente fácil. Tinha medo que se tivesse tornado irreconhecível, o que me teria deixado triste, mas de alguma forma também teria ficado insatisfeita se não tivesse mudado nada. Em Chocolate, eu retratei um tipo de comunidade francesa rural e isolada que sofrera poucas mudanças nos últimos cinquenta anos; em O Aroma das Especiarias eu queria mostrar o efeito da mudança naquela comunidade. Foi por isso que introduzi outro grupo étnico em Lansquenet – uma ocorrência pouco usual no Sudoeste rural – para explorar as formas como duas culturas bastante distintas podem interagir (ou não) num cenário tão tradicional.

Quando é que a história se desenrola exatamente?

Chocolate era de alguma forma intemporal, podia se ter passado em qualquer época. Os Sapatos de Rebuçado, com Paris como cenário, era inevitavelmente passado na atualidade. O Aroma das Especiarias desenrola-se num período específico: o Ramadão, em agosto de 2010, pouco antes de o governo francês proibir o véu islâmico.

Não é um bocado arriscado escrever sobre o islão hoje em dia?

O Aroma das Especiarias não é sobre o islão, tal como Chocolate não era sobre o catolicismo. Ambas as histórias são sobre intolerância, preconceito, xenofobia e sobre o modo como a religião pode ser usada para reforçar isso.

De onde lhe surgiu a ideia?

Eu vivo numa cidade com uma população muçulmana substancial. E reparei no número crescente de jovens a usar o niqab. Falei com algumas delas sobre os seus motivos e recebi respostas muito distintas, desde: “Porque o meu marido quer que o faça”, “Porque não quero falar com ninguém que não conheça”, “Porque tenho o direito de o fazer”. Ao mesmo tempo, a França estava a preparar-se para banir totalmente o véu (até os lenços de cabeça foram banidos na escola). Na altura pareceu-me fazer bastante sentido trazer este assunto para Lansquenet.

Fala-se muito sobre o uso do niqab no seu livro. Porquê?

Porque acho esse assunto interessante. Por um lado é uma forte imagem de isolamento, por outro lado é um pedaço muito pequeno de tecido que causa enorme controvérsia. O véu significa muita coisa para muitas pessoas ao longo dos anos: um símbolo de opressão, um sinal de devoção, uma bandeira de protesto político. Em França, um país que tem bastante orgulho nos seus ideais de liberdade e igualdade, foi banido. E eu estou interessada nas razões.

Acha que deve ser banido?

Preferia que as mulheres não usassem o véu, mas não tenho a certeza se a legislação é capaz de abordar os motivos complexos que o rodeiam, que se tornaram políticos, em vez de simplesmente religiosos. Não acho que a política e a religião se devam misturar. Desconfio de toda a gente que usa a religião como parte da sua agenda política.

Em Chocolate, o padre é o mau da fita. Em O Aroma das Especiarias, ele é quase o herói. Porquê?

Eu sempre pensei em Francis Reynaud mais como uma figura incompreendida do que como mau. Ele tem imensos defeitos: é intolerante, crítico e arrogante – mas sempre fez o que achou melhor segundo os seus princípios. Mas, tal como Vianne, em Os Sapatos de Rebuçado, Reynaud tem uma jornada a percorrer e, de certo modo, O Aroma das Especiarias é a sua história.

E Vianne?

Também é a história dela. Sempre achei que Vianne e Reynaud tinham mais em comum do que sabiam. Muitos leitores de Chocolate assumiram logo um retrato a preto e branco dos dois protagonistas. Acho que vão ter de reavaliar as suas opiniões.

Revisita outras personagens de Chocolate neste livro?

Sim. Desde Chocolate que fiquei preocupada com o facto de ter deixado muitas coisas por resolver – especialmente a relação entre Joséphine e Roux. Em O Aroma a Especiarias, algumas dessas questões são respondidas. Nem todas, mas a vida é mesmo assim…

E Inès Bencharki? Fale um bocado sobre ela.

A mulher no seio dos problemas atuais de Lansquenet tem algumas semelhanças com a própria Vianne. Tal como Vianne, ela é uma mulher solteira com uma filha jovem. Tal como Vianne, ela muda-se para a casa em frente à igreja e entra em conflito com o curé. Mas, ao contrário de Vianne, Inès é ferozmente reservada, mesmo em relação à sua própria comunidade de Les Maurads. Escondida sob o véu preto ela é impermeável a boatos, hostilidade e ofertas de amizade. Nem mesmo a magia de Vianne – e os seus chocolates – tem poder sobre ela.

Então, Vianne encontrou finalmente uma rival à altura?

Em todos estes livros, os principais adversários de Vianne têm algumas características dela. Em Chocolate, ela tinha de enfrentar o espectro dos Homens de Preto, um medo de infância personificado por Francis Reynaud. Em Os Sapatos de Rebuçado, era o espectro de Zozie de l’Alba, uma imagem do que Vianne poderia ter sido se não tivesse tido as filhas. Em O Aroma das Especiarias, Vianne terá de confrontar os seus receios e o seu preconceito…

Porque se passa o livro durante o Ramadão?

Em parte porque gosto dos paralelos com Chocolate, que se passava durante a Quaresma. A relação entre jejum e banquetes é complexa e eu queria revisitar a idea através de uma perspetiva diferente.

Foi um desafio escrever sobre uma cultura diferente?

É sempre um desafio, mas não acho que seja tanto sobre escrever sobre uma cultura em particular mas mais sobre perceber o que as pessoas acham importante. O meu ponto de partida é a comida, mas a comida como reflexo do que as pessoas sentem e como se relacionam uns com os outros, mais do que uma coleção de receitas.

Há muita sensualidade neste livro. Foi deliberado?

Na verdade não planeio estas coisas. Mas gosto que uma história seja uma experiência completa, o que significa que gosto de explorar sabores, aromas e sensações, bem como sons e impressões visuais.

E a magia? Há lugar para a magia num livro passado nos tempos atuais?

Sem dúvida. Até acho que nunca precisamos tanto de magia. Mas a minha magia nunca foi pirotécnica. É a magia do dia a dia, que é mais sobre mudança do que outra coisa – isto é, mudar o mundo à nossa volta, um passo de cada vez, bem como mudar a forma como os outros nos veem, que é o género de magia a que todos temos acesso…

publicado por Rita Mello às 10:40

01
Out 12

 

 

O Aroma das Especiarias, o novo volume da saga Chocolate, de Joanne Harris, continua a sua caminhada nos tops de livros mais vendidos em Portugal, encontrando-se em 4.º no Auchan e na LeYaOnline, 6.º na Sonae, 7.º na FNAC e Bulhosa, e 9.º no El Corte Inglés.

Nunca Digas Adeus, o mais recente romance de Lesley Pearse, está em 7.º no Pingo Doce, 8.º no Auchan e 9.º na Sonae.

publicado por Rita Mello às 14:42

25
Set 12


Que atriz desempenhou o papel de Vianne Rocher na adaptação para o cinema de Chocolate?

Resposta certa: Juliette Binoche

Vencedora: Raquel Sofia Lima Martins

publicado por Rita Mello às 16:57

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