25
Set 12


Que atriz desempenhou o papel de Vianne Rocher na adaptação para o cinema de Chocolate?

Resposta certa: Juliette Binoche

Vencedora: Raquel Sofia Lima Martins

publicado por Rita Mello às 16:57

18
Set 12

 


Aos 2000 fãs cujo apoio tem sido essencial para fazer deste Chocolate um bálsamo para a Alma, a equipa da ASA agradece do fundo do coração e convida a participar no novo passatempo de O Aroma das Especiarias, de Joanne Harris. Foram tantas as participações que não queremos deixar de dar uma nova oportunidade ao fãs da autora!

Veja como participar no blogue Chocolate para a Alma.

publicado por Rita Mello às 14:01

13
Set 12

 

Que livros constituem com O Aroma das Especiarias a trilogia Chocolate?

Vencedores:

9 – Daniela Mirante

77 – Marieli Inês da Costa

234 – Liliana Cristina Moutinho da Costa


Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!

publicado por Rita Mello às 15:30

10
Set 12

Uma das coisas que a escrita me ensinou é que a ficção tem vida própria. Os lugares ficcionais são muitas vezes mais reais do que a vista a partir da janela do quarto. As personagens ficcionais podem às vezes se tornar tão chegadas quanto as pessoas que mais estimamos. Eu lembro-me da primeira vez em que me apercebi disto, aos dez anos, ao ler O Deus das Moscas, quando chorei por causa da morte ficcional de um rapaz ficcional num lugar ficcional. Tinha sido porque o autor fora capaz de tornar aquilo real, real o suficiente para se acreditar. Foi nesse momento que, no meu íntimo, eu soube que queria ser mais do que um dedo numa página, a seguir as linhas impressas. Eu queria conduzir a máquina dos sonhos. Mais do que isso, eu queria ser dona dela.

Mas a máquina dos sonhos tem por hábito tomar ela própria as rédeas. Em 2000, o meu livro Chocolate, uma história engraçada sobre uma mulher chamada Vianne Rocher, a sua filha Anouk e a chocolataria delas tornou-se com alguma surpresa num sucesso de passa a palavra e depois num filme nomeado para um Óscar. Subitamente era um grande sucesso. As minhas palavras foram traduzidas para mais de cinquenta línguas, as minhas personagens tornaram-se conhecidas em todo o mundo e, em todo o lado, as pessoas tentavam descobrir a aldeia (ficcional) onde elas moravam.

Desde então tenho recebido uma avalancha de cartas de leitores a anunciar que tinham encontrado Lansquenet-sous-Tannes, ou até mesmo visitado a chocolataria de Vianne. Diversas aldeias no Sudoeste de França reinvindicam ser a “verdadeira” Lansquenet, algumas chegam mesmo a colocar cartazes a anunciar isso a turistas. Um fã japonês estava convencido de que Lansquenet era na verdade a sua aldeia e de que eu vivia secretamente lá, observando-o a ele e aos seus vizinhos.

O que tinha Lansquenet para conquistar os corações de tantos leitores? Mesmo agora, não faço ideia. Está para além do amor que tantos britânicos têm por França: o gosto pela comida francesa e pelo vinho; o charme do Sudoeste rural. Talvez seja uma nostalgia partilhada por um tempo maioritariamente ficcional, ou talvez alguns leitores se reconheçam de algum modo nas personagens da minha história.

publicado por Rita Mello às 10:30

28
Ago 12


publicado por Rita Mello às 09:38

 

 

Por cima de nós, o telhado de vidro revela-nos um céu imenso e apocalíptico repleto de estrelas. Bem sei que não passa de magia barata. Mas é a nossa magia, a minha e a dele, e ele sabe a chocolate e a champanhe…

 

Após ter abandonado a aldeia de Lansquenet-sur-Tannes, cenário de Chocolate, Vianne Rocher procura refúgio e anonimato em Paris. Na mais romântica cidade do mundo, Vianne renuncia à magia por amor às suas filhas - Anouk e Rosette -, a quem quer proporcional uma vida “normal”. Na sua loja de chocolates de Montmartre, a pequena família tem uma vida pacífica e até mesmo feliz. Os dias de tempestade parecem ter acalmado… Pelo menos, até ao momento em que conhecem Zozie de L’Alba, a mulher com sapatos de rebuçado, que traz consigo os ventos da mudança …

Mas a excêntrica Zozie não é quem parece ser. Sedutora e retorcida, ela tem os seus próprios planos… planos que ameaçam despedaçar o mundo de Vianne. E com tudo o que ama em jogo, Vianne encontra-se perante uma escolha difícil: fugir, tal como fez tantas outras vezes, ou confrontar o seu pior inimigo: ela própria.

 

“Um delicioso conto de fadas urbano, onde sapatos assassinos e mitos astecas se confrontam com o amor verdadeiro e o poder sedutor do chocolate.”

Daily Mail

publicado por Rita Mello às 09:02

22
Ago 12

Enquanto escrevia Sapatos de Rebuçado apercebi-me de que estava a abrir um precedente perigoso. Nunca é fácil para um escritor revisitar as personagens que criou – o tempo muda-nos a todos e às vezes é mais fácil não olhar para trás. Mas, quando acabei o livro, apercebi-me de que o que fiz foi pior do que isso; tinha escrito o segundo volume do que seria uma trilogia. Mesmo agora, não estou inteiramente convencida de que Vianne não está inteiramente acabada para mim – talvez haja mais sobre ela um dia destes (ou talvez sobre Anouk e Rosette), estamos ligadas, ela e eu, de formas que não compreendo inteiramente. Estou ligada a todas as minhas personagens, é claro, mas de alguma forma Vianne Rocher é a que aparece sempre inesperadamente, envolvendo-me nos seus assuntos (muitas vezes contra a minha vontade) e exigindo o meu tempo e a minha atenção.

Em Sapatos de Rebuçado, encontrámos Vianne quatro anos depois dos acontecimentos descritos em Chocolate. A morar em Paris sob um nome falso, com a sua filha Anouk e uma outra, Rosette, de quatro anos, Vianne parece ter perdido tanto o seu rumo como a sua identidade. Mas graças a Zozie de l’Alba, um espírirto livre perverso com um apetite pelas vidas de outras pessoas, Vianne foi finalmente forçada a confrontar o seu inimigo e os seus medos. Deixei-a em Paris com as filhas e Roux, uma vez mais reconciliada consigo própria, em paz com o passado e meio convencida de que tinha conseguido encontrar uma forma de assentar…

Mas com Vianne as coisas nunca são fáceis. Sempre soube que o vento voltaria a soprar. Também sabia que Lansquenet ainda não tinha acabado para nenhuma de nós. E Vianne, como eu própria, tende a ser especialista em fazer precisamente o que tinha prometido não fazer – neste caso, regressar a Lansquenet. A questão nunca foi se, mas quando. Há correntes a que não se consegue resistir.

Era apenas uma questão de tempo.

publicado por Rita Mello às 12:30

30
Abr 09

Joanne Harris tem participado ao longo dos anos em diversos festivais literários. A propósito do Cambridge Wordfest, que se realizou em Abril, o Cambridge News entrevistou a escritora inglesa.

Gosta de participar em festivais literários?

Gosto, especialmente porque tenho a oportunidade de me encontrar com os meus leitores e de ouvir o que têm a dizer. Eles são sempre muito amáveis e, geralmente, sinto-me bastante à vontade com eles. Passei por algumas situações estranhas nos Estados Unidos mas, de resto, tem sido muito divertido.

Chocolate foi um grande sucesso. Ficou surpreendida?

Fiquei bastante surpreendida, especialmente porque me tinham dito que os meus livros eram muito provincianos para terem sucesso nos Estados Unidos.

Quanto de “si” havia na personagem principal?

Havia um bocado de mim em todas as personagens, mas não havia nenhuma que fosse baseada apenas em mim.

É viciada em chocolate?

Na verdade não o sou tanto quanto as pessoas pensam. Apesar de gostar de chocolate, prefiro tostas com anchovas.

Gostou da versão cinematográfica de Chocolate ou foi difícil para si por não ter controlo sobre ele?

Gostei muito. Talvez tivesse alterado algumas coisas, mas acho que ninguém pode dizer nada com um elenco daqueles…

Porque é que houve um espaço de tempo tão grande a separar Chocolate e a sequela (Sapatos de Rebuçado)?

Queria primeiro escrever sobre outras coisas e queria também que se passasse algum tempo antes de revisitar aquelas personagens.

Houve uma grande pressão para cima de si por causa do sucesso de Chocolate?

Acho que não, até porque não lido muito bem com a pressão.

publicado por Rita Mello às 14:46

05
Fev 09

Catarina Passão:

Se eu possuísse o dom da magia tudo na minha vida passaria a ser mais doce, o cabelo seriam fios de ovos, o meu corpo um chocolate de avelã, a minha roupa seria de maçapão e os sapatos de rebuçado.

 

Márcia Balsas:

Todos possuímos o dom da magia.  Com um sorriso aumentamos a alegria, com uma carícia damos conforto, com palavras meigas oferecemos felicidade, gargalhadas são energia positiva e vitalidade.

O que realmente interessa atingir na vida só depende da dose certa de magia que já temos cá dentro, e da forma como a deixamos fluir ao nosso redor.

 

Fernanda Carvalho:

Se possuísse o dom da magia arranjava forma de "visitar" os meus romances favoritos, sendo os livros de Joanne Harris alguns dos escolhidos. Que melhor maneira de viajar no espaço e no tempo que para dentro dessas histórias?

 

Miguel Chaíça:

Usaria para anular essa magia. A vida é magia e a incerteza dos dias é o que lhe dá sal.

 

Ana Silva:

Se tivesse o dom da magia

a minha vida iria mudar,

para poder dar muita alegria,

 e todas as pessoas ajudar.

 

O mundo tornaria diferente,

cheio de paz e amor.

A felicidade estaria para sempre presente

e a vida teria um novo sabor!

publicado por Rita Mello às 16:46

04
Fev 09

Sapatos de Rebuçado é mais que a continuação do quase mítico romance Chocolate que conquistou milhões de leitores em todo o mundo e alcançou uma adaptação cinematográfica rica em odores, aromas e amores. Sapatos de Rebuçado é uma ligeiríssima mudança na forma como Joanne Harris encara as suas tão amadas personagens Vianne e Anouk. Este livro, ao invés de se concentrar na mãe, no seu mundo e no seu passado, concentra-se nesta minúscula família e na sua convidada Zozie de l’Alba, uma senhora chique de sapatos de rebuçado que entra na vida de Vianne de forma inesperada e lhe muda o rumo dos seus dias… Muitíssimo interessante, recomendo vivamente!”

Folhas de Papel

 

“Tal como qualquer dos livros de Joanne Harris, também este nos obriga a estarmos colados horas a fio! Mais uma vez, uma história que prende. Para os amantes de Chocolate, as personagens voltam a ter vida nos Sapatos de Rebuçado.”

Livros de Eleição

 

“As histórias dentro da história são uma mais valia e acabam por contribuir para que o leitor fique completamente envolvido e ‘apaixonado’ por este livro. Realmente, são palavras com sabor a rebuçado que Joanne Harris nos dá a ler.
Recomendo vivamente, a todos os fãs da escritora e aconselho aqueles que nunca leram nada dela a lerem este livro. Vale mesmo a pena!”

Read to Grow Europe

 

 

publicado por Rita Mello às 13:58

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